quarta-feira, 10 de junho de 2026

E se o corpo não for uma prisão, mas um campo de força esquecido?

 Que bom que você chegou 🌷


As coisas têm a importância proporcional ao poder que nós lhe damos.

Podemos aprender a retomar essa energia libidinal que investimos nos objetos que não nos favorecem e canalizá-las para ações que proporcionem maior bem-estar e homeostase.

 

A filosofia oculta diz que nosso corpo é um vaso mágico.

A alquimia afirma que somos o grande athanor da magia.

 

Indivíduos com rompimento do eixo ego-Self afirmam, com frequência, na clínica, que o corpo é uma espécie de gaiola onde estão presos; que queriam se libertar do corpo, porque aparentemente este os aprisiona.

 

Na visão de mundo do Psimbolom, uma visão sistêmica, evolucionista e estruturalista, estamos aprendendo a ser – humanos.

 

Pela MTC (Medicina Tradicional Chinesa) e pela bioenergética há um corpo sutil com canais de energia e centros de energia que precedem o corpo biológico. Podemos aprender a circular esse Qi/Chi ou prana; movimentá-lo para harmonizá-lo.

Esse sistema é um a priori biológico, ele vem antes e fica esquecido ou ignorado pelo ser humano habitual.

 

Em desenhos e animes como Os Cavaleiros do Zodíaco (1986 e 1989); e Naruto, temos notícias de que a força de um corpo aumenta ou diminuie conforme:

No 1° caso – a cosomoenergia: uma energia cósmica que podemos aprender a concentrar e elevar a partir de nosso coração.

No 2° caso – um sistema de energia sutil e chakras que aumenta a força e desperta os poderes.

 

Em todo caso há um conhecimento “oculto” que é ensinado à margem da sociedade. Ou por escolas de mistério ou por tradições milenares como a MTC.

 

Qual o interesse que as pessoas no topo da pirâmide têm em investir tanto nas indústrias farmacêuticas e nada nesse conhecimento?

 

Um conhecimento que nos dá poder.

Um conhecimento que nos dá autonomia:

porque aprendemos a revitalizar o organismo como um todo;

aprendemos a fortalecer o sistema imune;

aprendemos a nos alimentar mais adequadamente em prol da saúde;

está relacionado a longevidade.

 

Enfim, só nos trás benefícios.

 

Por que tanta propaganda medicamentosa?

Por que não há centros de Medicina Chinesa junto a cada UBS e hospital?

Por que não há em cada bairro um centro esportivo; uma praça com Tai Chi e/ou Qi Gong, aberto ao público?

 

Talvez porque o público não compareceria. Sim, isso é muito provável, uma vez que já fomos “programados” pelo sistema.

 

Essa é uma provocação filosófica destinada a quem sente vontade de mudar; de quebrar com padrões. Para quem sente ou já entende que temos dado nosso poder a quem; e ao que não o merece.

 

Talvez nosso corpo não seja apenas o que insistem em nos dizer que é.

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